Arquivo de outubro \31\UTC 2012

31
out
12

Especial Viagens (edição 11) – Vilnius (Lituania): onde o futebol é minoria

A última cidade a ser explorada até então é a capital da Lituânia, Vilnius, onde ser fã de futebol é antes de tudo um ato de resistência. Isso acontece por conta do basquetebol lituano, que é considerado um dos melhores do mundo (sempre nas primeiras colcacões todos torneios  que disputaram e revelando vários jogadores para NBA) e assim acaba deixando o futebol em segundo plano, já que eles não são assim tão bons de bola… Mesmo assim aceitei o desafio e fui procurar algum sinal de vida futebolística  –  e sportswear  – naquele país.

Uma vez que era perto da Cidade Antiga onde estava hospedado, resovi me embrenhar pela  cidade no intuito de buscar o estádio LFF (Lithuania Football Federation). Depois de pegar uma ladeira enorme, encontro um estadio pequeno, com lugares ainda em construção…

 

Uma vez no estádio da selecão nacional, pergunto pra uma das pouquíssimas pessoas que falavam inglês onde eu poderia comprar uma camisa da seleção. Um dos funcionários me disse que “só na internet” (a titulo de informação, estou procurando na internet até hoje um local oficial onde se possa comprar essa camisa a um preço honesto…).

No momento em que eu estava por lá, o time do Žalgiris estava se concentrando pra treinar. Por sorte consegui conversar com um dos preparadores de goleiro, que disse que tinha no bagageiro de seu carro algumas camisas pra  vender (sim, amigos, estilo bem mambembe mesmo), e então por um preço bem camarada eu consegui a camisa como a da foto abaixo, mas sem o patrocínio.

Vale dizer que Žalgiris  é um nome super respeitado no  esporte lituano, de fama internacional, mas na verdade é por causa do time de BASQUETE da cidade de Kaunas, que ganha títulos internacionais de basquete adoidado e revelou boa parte das estrelas que foram pra NBA. O primo pobre homônimo também não faz feio, mas o problema mesmo  que que o futebol não é o forte por aquelas bandas mesmo.

Apesar disso fui em busca de mais coisas… e no caminho acabei topando com um outdoor referente à equipe paraolímpica de lá.

No outro lado da cidade tive duas surpresas. A primeira foi a rede internacional de lojas de artigos esportivos Sportland ter uma loja na capital lituana, nessa loja logo de cara tem um painel enorme com a foto da equipe nacional de basquete recebendo a medalha de bronze, mas na loja mesmo não havia NADA de uniforme esportivo, seja de basquete, futebol, seleção ou mesmo times estrangeiros. Uma decepção.

A outra surpresa foi boa, a de que a Lituânia tem uma marca nacional de sportswear de alta qualidade: a Audimas, que inclusive produz o uniforme da delegação olímpica da Lituania há pelo menos 3 olimpiadas, e a coleção cada vez fica mais elaborada.

 

A qualidade dos artigos sao de nível internacional mesmo, e os precos não eram assim tao baratinhos, mas já que o Litas, moeda local, nao é assim tao valorizado, em comparação com outros paíes até que não soava tao absurdo (o que equivalente a 35 euros por uma camisa como a usada pelos atletas olímpicos).

Destaque pro agasalho com uns detalhes bem legais

 

 

e tinha até uma camisa do time local de basquete, que também nao faz feio na Euroleague de basquete, o Vilnius Rytas.

 

Apenas no final da viagem, como menos de 15 minutos pra comecar a partir, consegui achar uma loja com souvenirs da Lituania , e naturalmente as referencias ao basquete, inclusive do Žalgiris do basquete prevaleciam… 

 

Inclusive encontrei a camisa da temporada passada do Žalgiris, com patrocínio e o brasão, superlegal, da cidade.

 

…e eis que finalmente achei as benditas camisas da seleção da Lituânia, porém…

Se vocês notaram, em vez do escudo da federação a camisa apresentava o brasao do país. De fato ele é até bem bonito, mas não é a camisa da seleção mesmo, ainda mais se levarmos em consideração que um dos itens mais caros de uma camisa é o escudo, por conta dos royalties que as marcas pagam ao clube por usarmos um camisa assim. Pra quem nunca viu, o modelo atual da seleção lituana é assim:

 

Bem, e mesmo sem pagar roaylties, o precinho exigido assustou: 60 euros na cara!

Desculpa, mas por 60 euros não rola…

 

 

 

 

24
out
12

Especial Viagens (edição 10) – Londres. Nada mais a declarar

No último verão, faltando 3 semanas pra abertura dos Jogos Olímpicos, dei um pulo na capital britânica pra sentir essa atmosfera olímpica no ar. Digo pra vocês que quem vai a Londres não volta de lá a mesma pessoa: é tanta coisa pra ver e viver, e tão pouco tempo, que  mesmo se eu descrevesse tudo com fotos não seria suficiente.  Assim como  no post de Paris, um post é muito pouco pra mostrar o que achei de sportswear por lá, e por isso que também vou fazer esse post apenas com breves introduções pra  servir como um roteiro básico se um dia você for pra lá e também quiser ver o que a cidade tem a oferecer…

Começando com a tradicional – e gigantesca, e glamurosa – loja de departamento Harrods. Não dá pra descrever, tem que ir lá pra ver. Por lá eu destaco o fato de que eles tem uma sessão de Sportswear bem grandinha, com 2 ambientes e , apesar de ser Harrods, pra camisa de futebol o preço tava bem bonzinho, principalmente se levarmos em conta as camisas da temporada que tinha acabado de terminar, que saíam por módicos 19.95 Libras.

 

E sim, o clima de Olimpíadas imperava.

Um lugar que considero um verdadeiro must pra colecionador é qualquer filial da Sport Direct. Na boa, parece que eles tratam material esportivo como commodity. É um bunker gigantesco, cheio de artigos esportivo entulhados, mas o preço é SUPER baixo em comparação com os outros. Vale dizer que os provadores tem cheiro de vestiário – com direito a nhaca e tudo – mas pelo preço que você vai pagar até que vale a pena passar uns 4 minutos de sufoco lá dentro…

John Lewis era a loja parceira dos Jogos Olimpicos, e por isso eles tavam com uma sessão gigantesca de produtos licenciados das Olimpiadas, com direito a muito material esportivo, mas não fugia mito do tema Olimpíadas.

No Estádio de Wembley (que pra mim visitá-lo foi um dos pontos altos da viagem. Recomendo a todos), vale muito a pena mesmo dar uma entrada na Loja do Estádio e ver como que eles exploram bem o tema The English Team, com  uma infinidade de souvenirs, camisas da seleção de  inúmeras cores, de todas as épocas e com direito a modelos retrôs também de vários times do país.

 

 

…Mas ser a loja do Wembley Stadium vale a pena visitar, obrigatório mesmo é, na volta pro metrô (ou quando você estiver saindo do metro em direção ao estádio, por que não?) dar uma passadinha no estacionamento que tem logo ao lado do caminho, e entrar no galpão da JD Sports. Aquilo lá é de deixar qualquer colecionador maluco! MUITA promoção. Camisas a preços que você só vai achar por lá mesmo, coisa pra acabar o estoque mesmo. O patrão ficou maluco.

 

Passeando pela área central da Piccadilly Circus, o legal também é pintar na Nike Town. Vários andares,  arquitetura imponente, luxo… porém é só pra olhar mesmo. Os artigos são exatamente os mesmos de qualquer Nike  Store de qualquer lugar do mundo, e a preços igualmente proibitivos se comparados à outras lojas.

 

Pra terminar esse post, uma banquinha de souvenirs em Covent Garden com camisas e agasalhos de futebol piratas. Com tanta camisa a preço baixo eu até achei engraçado ter espaço pra piratonas. Porém se o visitante comumm pode pagar 10 pounds em vez de 19 por uma camisa de lembrança apenas, por que não, né?  E além disso tem os  cachecóis, que por essas bandas  se acha com muito mais facilidade que  camisas de futebol.

Bem, de uma forma super resumida, Londres é  isso!

🙂

22
out
12

Especial Viagens (edição 9) – Estocolmo, a capital do futebol escandinavo

Após voltar do Brasil a temperatura voltou a subir por essas bandas e finalmente chegou a alta estação, o que pra quem passa invernos com neve é sinônimo de  temporada de viagens, enquanto o clima ajuda. A vantagem de morar por aqui é que países considerados exóticos para os brasileiros por serem distantes (Russia, Letonia, Finlandia, Lituania e Suécia), estão há poucas horas de viagem daqui. Aproveitando essa oportunidade, peguei um cruzeiro baratinho (sim, daqui dá pra pegar um a partir de 35 Euros) e rumei em direção a Estocolmo, capital do Reino da Suécia.

De cara, na rua vejo um sticker (por aqui pela Europa essa coisa de colar  adesivos em postes e locais públicos é uma verdadeira mania) mostrando quem é que manda por aquelas bandas.

Se não entendeu bem, esse é o escudo do Djurgårdens (lê-se “Diurgôrdens”), um dos times grandes da capital sueca.

Andando pela Drottninggatan, uma rua para pedestres cheia de comércio popular no centro de STHLM, se acha muita loja de souvenirs, mas se quiser algo esportivo, só de hockey mesmo, o que não deixou de ser um ótimo “Welcome to Sweden, Antonio!”.

 

Pra conseguir achar algo mais específico de futebol, tive que ir perguntando pras pessoas nas  lojas, até que me disseram que tinha uma Intersport na Sergelgatan, outra rua de pedestres perto da Sergel Square.  Custou, mas consegui achar!

Por lá, a primeira imagem de impacto foi essa.

Sim, finalmente cheguei numa loja sueca de artigos esportivos!

Para minha surpresa, o primeiro time de futebol local que apareceu na minha frente foi o Hammarby, do subúrbio de Estocolmo. A camisa do time não tem assim nada demais, mas até que os outros artigos me pareceram legais.

 

 

Depois , naturalmente, apareceram as camisas do Djurgårdens, e o AIK

 

Inclusive seus respectivos cachecóis, um item que por essas bandas creio vender mais do que a própria camisas em si.

Já que o hockey por lá  é outra paixão, também era natural achar camisa da seleção sueca de hockey, mas era bem carinho, uns 80 e poucos euros …

Além disso, tbm tinha uma daquelas camisas que a gente  usaria exatamente por nao entender praticamente NADA do que tá escrito.

🙂

 

Mas pra mim o artigo mais  interessante que achei por lá foi numa loja simples de souvenirs. Era uma camiseta amarela, sem nada além quem um escudo da seleção sueca em sua forma mais simples, estampado em silk,  que daria um ótimo modelo retrô, sem maiores pretensões, e por modestos 6 Euros.

Uma pena mesmo que só tinha tamanho infantil…

 

14
out
12

Especial Viagens (edição 7) – Ciudad de Este (isso mesmo, Paraguai)

Nesse retorno ao Brasil acabei visitando Foz do Iguaçu, e já que estava lá, por que não dar uma esticada no Paraguai e ver o que acharia por lá sobre sportswear?

Apesar das muitas histórias que se ouve do local – e minha certa desesperança em achar algo interessante por lá – dei um voto de confiança e não apenas me surpreendi como inclusive encontrei coisa exclusiva por lá…

Num aspecto geral, Ciudad del Este espanta um tanto por conta da bagunça. Há sim inumeras barraquinhas vendendo camisas falsificadas de todos times do Brasil e da Europa, todas devidamente sem a marca da fornecedora , pra não se conflagrar mais como crime de falsificação de marca. Apesar disso há sim lojas que vendem camisas originais – inclusive eles possuem uma Nike Store por lá), mas nada com preços  abaixo do Brasil.

 

Depois de muito percorrer por  becos e vielas por lá, consegui achar uma loja de materiais esportivos legal. Não lembro bem o nome da rua, mas recomendo procurarem pelo nome.

Não que essa loja fosse uma maravilha, mas pelo menos lá encontrei  algumas coisas mais locais (porque em geral  o que achei de loja por lá não vendiam camisas  da seleção ou times paraguaios).

 

E lá o que me surpreendeu mesmo foi uma camisa que perece não ter sido lançada fora do Paraguai, e é praticamente uma reliquia. Uma camisa retrô da seleção paraguaia, oficial da adidas, fazendo referencia a Copa America de 1953 onde eles se sagraram campeões pela primeira vez.

 

 

 

Além disso, uma polo bem legal da Nike com um símbolo alusivo a Paraguai.

 

Mas no final acabei levando um souvenir que tinha bastante a ver com o contexto. Já que o Paraguai entre os brasileiros em geral é visto como a terra da falsificação, que tal comprar uma camisa OFICIAL da Nike escrito NEIKE???

Explicando: essa camisa faz parte da linha de torcedor que a Nike lançou para todos os países participantes da Copa America. E no caso, “MBARETE NEIKE PARAGUÁI” significa algo como “Garra, vamos Paraguai” em Guarani. Por causa desse Neike estampado  que fiz questão de  mostrar também o Swoosh na manga e por dentro da gola, não é pirata não, hehehe…

😉

 

E pra fechar, uma imagem que simboliza bastante aquilo lá. Na rua principal da cidade um outdoor enorme  com uma imagem do craque da seleção e  escrito em Guarani, nada de castelhano por lá se quiser representar legitimamente o povo. Vale apena clicar e ver a  imagem em detalhes…

 

12
out
12

Homenagem ao Nõmme Kalju, campeão estoniano de 2012

O ano de 2012 ainda não acabou, o campeonato brasileiro está fervendo nessas últimas rodadas, mas aqui na Estonia já existe um grande campeão esse ano: o Nõmme Kalju, que venceu o Kuresaare FC e conquistou sua primeira Meistriliiga da história com 3 rodadas de antecipação!

A vitória de toda equipe vem com muito mérito, porque o ótimo trabalho dentro de campo é efeito de muito esforço e dedicação fora dele também. O  Kalju (lê-se “Cáliu”), fundado em 1923 e “ressuscitado” em 1997 ,  está há só 5 temporadas na 1a divisão do futebol estoniano e atualmente é o time que atualmente mais investe no marketing aqui na Estônia, e isso vem refletindo mais e mais na popularidade do clube. Constantemente eles promovem  festivais, no caso de partidas em casa no fim de semana do verão, com apresentação de grupos musicais e sorteios de brindes. Nas redes sociais também há uma participação em massa, com direito à “lista amiga” pra quem quiser ir ao jogo e pagar menos.  Mesmo assim a ação mais legal e  criativa pra mim é a com o o instituto Help.ee, de apoio às crianças carentes : além de estampá-los como patrocinador master, parte do dinheiro arrecadado com a venda dos uniformes do time vai diretamente pra essa instituição. Uma iniciativa que teve um efeito muito positivo e poderia sim ser copiado por outros times mundo afora.

Além de tudo isso que já falei, ainda tem outro fatores pro Kalju ganhar a simpatia de muita gente: ele é o time com maior diversidade de todo o campeonato, constando em seu plantel jogadores vindos de Portugal ( o simpático Jorge Rodrigues), Japão, Gambia, Espanha, Polônia, Itália,  estonianos de origem russa , e principalmente seu técnico, o brasileiro Getulio Fredo que é uma verdadeira lenda nesse eixo Estonia-Finlandia, tendo treinado com sucesso vários times nos dois países e inclusive sendo o primeiro técnico da seleção estoniana de Beach Soccer, ou seja, a moral desse técnico por aqui é altíssima, e o campeonato conquistado só vem a confirmar tudo isso.

Um motivo que eu fez eu gostar ainda mais do Kalju é que, ao chegar aqui ano passado eu fui pesquisar quais eram os times principais por essas bandas. E qual foi a minha surpresa ao ver que os dois times mais populares da Estonia, Flora e Levadia, tinham como cor predominante o verde? Como corintiano eu posso ter apenas uma leve simpatia por esses times, afinal não ia estar assim tão à vontade torcendo pelas cores do rival Palmeiras, mas eis que surgiu o Kalju com seu uniforme preto e  branco como o do meu Corinthians e ficou tudo legal…

🙂

Quanto ao uniforme, uma coisa interessante que o time de Nõmme (distrito mais ao sul da capital Tallinn) possui é que apesar do uniforme preto e  branco, a numeração do uniforme sempre é rosa, fazendo um contraste bem interessante. Por conta desse rosa também que a torcida adotou como mascote a pantera cor-de-rosa, mas nao necessariamente é uma Pink Panther boazinha, confiram as fotos…

 

Parabens! Ou se preferir, PALJU ÕNNE!

11
out
12

Especial Viagens (edição 6) – Lisboa (apenas uma conexão)

No post de hoje vou relatar o que vi de sportswear no momento em que tirei férias daqui da Europa e fui dar um pulinho no Brasil pra visitar os amigos e parentes. No meio do caminho entre Tallinn e Rio de Janeiro havia o aeroporto de Lisboa, e já que eu tava por lá, não custava garimpar uma loja de esportes no próprio aeroporto. E de fato tinha, uma loja chamada Football Gate.

Naturalmente, uma loja como outra qualquer, só que destacando os produtos portugueses (com exceção dessa camisa do Barcelona). Na verdade essa loja me serviu como uma grande lição: que quando o assunto é tirar fotos de algum artigo numa loja esportiva, por exemplo, o melhor é seguir a política do “atire primeiro, pergunte depois”. Isso porque eu fui todo diplomático perguntando pra vendedora, dizendo que tinha um blog sobre o assunto e  tal… e a lusitana me deu um belo de um NÃO, talvez por notar meu sotaque brasileiro. Enfim, a dica pra vocês é: tire fotos e não pergunte, se depois te repreenderem, pelo menos você conseguiu tirar alguma.

A camisa que queria apresentar à vocês é uma que achei bem bonita, da seleção portuguesa de rugby,  feita pela Adidas. Nos tempos de internet e e-shops, fica mais facil de fato jogar no Google e mostrar pra vocês, mesmo que não tenha o mesmo glamour da descoberta in loco.

Legalzinha né? Ao vivo é ainda mais.

🙂

 

Já que esse post foi bem curtinho, amanhã excepcionalmente tem uma continuação bem especial. Aguardem…




Esse blog é dedicado à todo tipo de roupa que tenha algo relacionado à esporte, do Cricket ao Futebol Gaélico. Esporadicamente postarei algo de StreetWear quando interessante.
Carioca, 28 anos, colecionador de sportwear há pelo menos 13 anos e cursando o 2o. ano de Moda da Universidade Cândido Mendes(RJ). Não me limito à colecionar peças de futebol apenas. Já que meu foco é antes de tudo a estética da roupa e a "wearability" (além da história e preço da peça), me intesso por uniformes de Rugby, Polo Eqüestre, Basquete, Volleyball, Hockey, Cricket, Futebol Australiano ,Futebol Gaélico e qualquer outro esporte que inventarem e tiver um uniforme bonito pra se usar por aí...
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