Archive for the 'camisa' Category

13
dez
12

Influencia sulafricana e croata num time da Malásia

Vira e mexe descubro alguns times que são o verdadeiro samba do crioulo doido, e a bola da vez é Kelantan FA, atual campeão do Malásia (ou Malaião se preferirem).

Imaginem um clube da Malásia cujo escudo tem o mesmo antílope (ou veado, sei lá…)  símbolo da seleção sulafricana de rugby e o uniforme sempre tem um padrão tabuleiro de xadrez ao melhor  estilo da Croácia…

Comparem com o escudo da seleção sulafricana de rugby

Coincidencia ou não, o técnico e o diretor do clube sao croatas, mas na  história do clube não aparece nenhuma razão histórica para esse uniforme.

 

Eu descobri esse time pelo   eBay, mas você pode achar vários modelos anteriores a esse no oldfootballshirts.com  mesmo.

🙂

 

28
nov
12

Especial Viagens (edição 14) – Tallinn (parte 3: no estádio da seleção nacional UPDATE)

Como havia prometido à vocês, voltei ao estádio da seleção nacional da Estonia, o A. Le Coq Arena , para ver o que pintou de novo por lá nos últimos meses. Pra vocês conferirem melhor não só a loja em sia e suas novidades, aproveito pra mostrar algumas coisas que vi ao me aproximar do estádio.

 

Começando por um carro decorado com o escudo do Kalev, provavelmente da comissão técnica do clube. Apenas fiquei pensando o quanto poderia dar de problema no Brasil um carro decorado com o escudo de alguma time bem grande circulando por regioes onde o tal time não é unanimidade…

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Na Europa em geral as torcidas organizadas costumam demarcar território colando stickers em postes ou lugares do tipo. Nos arredores do estádio tinha uns postes que pareciam verdadeiros totens de tantos adesivos. Particularmente até acho legal porque o post não fica tao sem graça e você acaba vendo que torcidas passaram por aquele lugar. Nas fotos abaixo vemos stickers de times da Russia, Irlanda, Hungria e outros…
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Já que muitas vezes as partidas da liga estoniana não enchem estádio, geralmente as partidas do time dono da casa, Flora FC, acabam acontecendo mesmo nesse mini estádio fora do estádio em si. Podemos até dizer que essa sim é a verdadeira casa do Flora.

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Se aproximando do estádio, se vê a lojinha da Sportland lá no cantinho, perto do carro.

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Na vitrine, os novos uniformes da seleção nacional, assim como o primeiro uniforme feito pela Nike, emoldurado.

 

Em mais detalhes, o ponto onde mostram o novo uniforme da seleção

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Dessa vez também cheguei a encontrar o uniforme de treino dele. Nada demais, porém mais discreto e barato.

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Ainda vendia camisas mais antigas da seleção, mas a oferta de tamanho era bem reduzida.

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Além da linha de futebol da Estonia, também estão à venda os uniformes usados pela delegação olímpica nacional nas últimas olimpíadas. A t-shirt eu curto muito por conta da tipografia.

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Uma jaqueta N98 versão mais atualizada…

 

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E uma polo simples, mas  bem classuda.

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A novidade dessa vez ficou por conta das camisas de tmes da Estônia também.  Da última vez não tinha uma oferta assim tão grande , mas dessa vez capricharam mais na variedade.

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A camisa do Nõmme Kalju, atual campeão da liga.

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Modelo away

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Camisa do Levadia, o time dos imigrantes russos, dessa vez também tinha, apesar de ser um modelo bem genérico.

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Camisa do Tallinna Kalev, fabricada pela Jako

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E o modelo do ano passado, do centenário do clube.

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A camisa do Paide também é interessante com esses  raios do padrão Nike, e as cores me fez lembrar do Bonsucesso, hehehe…

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Bom, além das novidades já mostradas acima, outra grande novidade é que agora você pode comprar qualquer uma das camisas que vocês acabaram de ver! Já que estou passando no Brasil em dezembro, se você tiver interesse em alguma dessas camisas, dê uma conferida nesse album do Facebook que eu fiz, e lá você pode saber mais detalhes sobre preço, tamanhos disponíveis e como comprar, certo?

Acesse lá, leia o subtitulo do álbum e me manda um email, para tonibordallo@gmail.com

 

Boas compras!

 

 

 

24
out
12

Especial Viagens (edição 10) – Londres. Nada mais a declarar

No último verão, faltando 3 semanas pra abertura dos Jogos Olímpicos, dei um pulo na capital britânica pra sentir essa atmosfera olímpica no ar. Digo pra vocês que quem vai a Londres não volta de lá a mesma pessoa: é tanta coisa pra ver e viver, e tão pouco tempo, que  mesmo se eu descrevesse tudo com fotos não seria suficiente.  Assim como  no post de Paris, um post é muito pouco pra mostrar o que achei de sportswear por lá, e por isso que também vou fazer esse post apenas com breves introduções pra  servir como um roteiro básico se um dia você for pra lá e também quiser ver o que a cidade tem a oferecer…

Começando com a tradicional – e gigantesca, e glamurosa – loja de departamento Harrods. Não dá pra descrever, tem que ir lá pra ver. Por lá eu destaco o fato de que eles tem uma sessão de Sportswear bem grandinha, com 2 ambientes e , apesar de ser Harrods, pra camisa de futebol o preço tava bem bonzinho, principalmente se levarmos em conta as camisas da temporada que tinha acabado de terminar, que saíam por módicos 19.95 Libras.

 

E sim, o clima de Olimpíadas imperava.

Um lugar que considero um verdadeiro must pra colecionador é qualquer filial da Sport Direct. Na boa, parece que eles tratam material esportivo como commodity. É um bunker gigantesco, cheio de artigos esportivo entulhados, mas o preço é SUPER baixo em comparação com os outros. Vale dizer que os provadores tem cheiro de vestiário – com direito a nhaca e tudo – mas pelo preço que você vai pagar até que vale a pena passar uns 4 minutos de sufoco lá dentro…

John Lewis era a loja parceira dos Jogos Olimpicos, e por isso eles tavam com uma sessão gigantesca de produtos licenciados das Olimpiadas, com direito a muito material esportivo, mas não fugia mito do tema Olimpíadas.

No Estádio de Wembley (que pra mim visitá-lo foi um dos pontos altos da viagem. Recomendo a todos), vale muito a pena mesmo dar uma entrada na Loja do Estádio e ver como que eles exploram bem o tema The English Team, com  uma infinidade de souvenirs, camisas da seleção de  inúmeras cores, de todas as épocas e com direito a modelos retrôs também de vários times do país.

 

 

…Mas ser a loja do Wembley Stadium vale a pena visitar, obrigatório mesmo é, na volta pro metrô (ou quando você estiver saindo do metro em direção ao estádio, por que não?) dar uma passadinha no estacionamento que tem logo ao lado do caminho, e entrar no galpão da JD Sports. Aquilo lá é de deixar qualquer colecionador maluco! MUITA promoção. Camisas a preços que você só vai achar por lá mesmo, coisa pra acabar o estoque mesmo. O patrão ficou maluco.

 

Passeando pela área central da Piccadilly Circus, o legal também é pintar na Nike Town. Vários andares,  arquitetura imponente, luxo… porém é só pra olhar mesmo. Os artigos são exatamente os mesmos de qualquer Nike  Store de qualquer lugar do mundo, e a preços igualmente proibitivos se comparados à outras lojas.

 

Pra terminar esse post, uma banquinha de souvenirs em Covent Garden com camisas e agasalhos de futebol piratas. Com tanta camisa a preço baixo eu até achei engraçado ter espaço pra piratonas. Porém se o visitante comumm pode pagar 10 pounds em vez de 19 por uma camisa de lembrança apenas, por que não, né?  E além disso tem os  cachecóis, que por essas bandas  se acha com muito mais facilidade que  camisas de futebol.

Bem, de uma forma super resumida, Londres é  isso!

🙂

22
out
12

Especial Viagens (edição 9) – Estocolmo, a capital do futebol escandinavo

Após voltar do Brasil a temperatura voltou a subir por essas bandas e finalmente chegou a alta estação, o que pra quem passa invernos com neve é sinônimo de  temporada de viagens, enquanto o clima ajuda. A vantagem de morar por aqui é que países considerados exóticos para os brasileiros por serem distantes (Russia, Letonia, Finlandia, Lituania e Suécia), estão há poucas horas de viagem daqui. Aproveitando essa oportunidade, peguei um cruzeiro baratinho (sim, daqui dá pra pegar um a partir de 35 Euros) e rumei em direção a Estocolmo, capital do Reino da Suécia.

De cara, na rua vejo um sticker (por aqui pela Europa essa coisa de colar  adesivos em postes e locais públicos é uma verdadeira mania) mostrando quem é que manda por aquelas bandas.

Se não entendeu bem, esse é o escudo do Djurgårdens (lê-se “Diurgôrdens”), um dos times grandes da capital sueca.

Andando pela Drottninggatan, uma rua para pedestres cheia de comércio popular no centro de STHLM, se acha muita loja de souvenirs, mas se quiser algo esportivo, só de hockey mesmo, o que não deixou de ser um ótimo “Welcome to Sweden, Antonio!”.

 

Pra conseguir achar algo mais específico de futebol, tive que ir perguntando pras pessoas nas  lojas, até que me disseram que tinha uma Intersport na Sergelgatan, outra rua de pedestres perto da Sergel Square.  Custou, mas consegui achar!

Por lá, a primeira imagem de impacto foi essa.

Sim, finalmente cheguei numa loja sueca de artigos esportivos!

Para minha surpresa, o primeiro time de futebol local que apareceu na minha frente foi o Hammarby, do subúrbio de Estocolmo. A camisa do time não tem assim nada demais, mas até que os outros artigos me pareceram legais.

 

 

Depois , naturalmente, apareceram as camisas do Djurgårdens, e o AIK

 

Inclusive seus respectivos cachecóis, um item que por essas bandas creio vender mais do que a própria camisas em si.

Já que o hockey por lá  é outra paixão, também era natural achar camisa da seleção sueca de hockey, mas era bem carinho, uns 80 e poucos euros …

Além disso, tbm tinha uma daquelas camisas que a gente  usaria exatamente por nao entender praticamente NADA do que tá escrito.

🙂

 

Mas pra mim o artigo mais  interessante que achei por lá foi numa loja simples de souvenirs. Era uma camiseta amarela, sem nada além quem um escudo da seleção sueca em sua forma mais simples, estampado em silk,  que daria um ótimo modelo retrô, sem maiores pretensões, e por modestos 6 Euros.

Uma pena mesmo que só tinha tamanho infantil…

 

08
out
12

Especial Viagens (edição 5) – Paris (parte 1 – apenas aperitivos )

Paris é uma cidade que dispensa comentários, e pela grandeza que ela representa – e as coisas relativas ao sportswear que ela me mostrou – naturalmente que não vai caber num só post. Talvez em 3, 4 ou 5 mesmo. Por isso que esse post sobre Paris vai servir apenas de overview sobre a cidade, além de uma mostra dos futuros posts sobre a cidade-luz, que eu vou aprofundar assim que eu mostrar uma a uma as cidades que eu passei. Vou começar pelos detalhes futebolísticos que a cidade me apresentou:

Pra começar um cachecol do Paris Saint-Germain  com sua versão parisiense de “Aqui é Corínthians!” , ou seja, “Ici c’est Paris” (“Aqui é Paris”), lema que  por si só já tira onda sem precisar dizer mais nada…

 

Num outdoor na rua anunciando o novo CD de um artista local, uma montagem como se o mesmo fizesse parte de um álbum de figurinhas de futebol francês dos anos 70. Quem já viu sabe que isso remete à muita nostalgia…

 

Sim, numa região como turística como Montmartre naturalmente vc vai encontrar souvenirs fajutos, assim como essa camisa de Paris com o template de Liverpool de anos atrás….

 

Uma raridade que coçou a mão, principalmente pelo seu simbolismo foi essa camisa da seleção da França de 98. Primeiro porque é uma camisa linda, segundo porque é um modelo novinho, ainda vendido na vitrine (provavelmente filha única de pai castrado), e terceiro, porque está à venda numa loja em Paris, camisa do time local que ganhou a Copa do Mundo lá pertinho. Precisa mais argumento?

Agora adiantando uns temas que vou abordar mais profundamente no futuro sobre Paris. O primeiro é a loja Boutique Rugby, a primeira loja 100% dedicada ao rugby que já entrei. E tinha que ser em Paris!

 

Desde 1999 eu ouvia maravilhas da rede francesa de lojas esportivas Decathlon. Ela chegou até São Paulo, mas no Rio que era bom, nada, e portanto nunca tive como conhecê-la por dentro. Em Paris, portanto, conheci essa loja enorme, com 3.300 metros quadrados de material esportivo, e essa visita à sede francesa da Decathlon  me surpreendeu bastante!

 

Na galeria Printemps o grande destaque foi pra uma marca francesa que se dedica a produzir camisas retrôs de times e seleções de RUGBY! Algo inédito até então!

 

Perto da galeria Printiemps , o destaque é a galeria Citadium, com 4 andares com o melhor do sport e streetwear!

Os Champs Elisées não poderiam faltar nessa ronda pelas lojas esportivas, e é lá que mora o créme-de-la-créme das marcas esportivas também. Pra começar, a fachada da Nike Store.

E se “Aqui é Paris”, naturalmente que o time que é orgulho local tem uma grande representação na rua mais charmosa da cidade, com sua PSG Store.

 

Como não podia faltar, a Adidas também tem uma mega store nos Champs Elisées, com direito a uma mega camisa de França genérica logo na entrada.

Sim, já que a seleção de futebol veste Nike agora, eles só puderam mostrar esse modelo, que inclusive tava à venda na loja…(pode clicar na imagem pra ver maior)

E aí, curtiram?Então aguardem que vem muito mais aí!

19
set
12

Lembrança da era socialista

Esse uniforme da seleção da Macedônia de 1995 me chamou atenção por um pequeno detalhe:

 

No escudo, vê-se claramente a estrela vermelha no topo, símbolo do regime socialista, porém em 1995 eles já tinha deixado pra trás essa página da história.

Se notarem , hoje em dia o brasão nacional é o mesmo, porém sem essa estrela:

 

Portanto… será que eles estamparam essa estrela por engano ou algumém da federação macedônia andava com saudades do passado???

 

07
maio
12

Futebol + Escolas de Samba

Mesmo o carnaval tendo acabado meses atrás, uma boa descoberta que gostaria de compartilhar com vocês é a história abaixo:

 

Lá pra idos de 2009, enquanto estava no trecho final do Sambódromo esperado a próxima escola chegar (talvez você não saiba, mas dependendo do setor que você esteja no Sambódromo você pode esperar até 40 minutos pra ver a escola que acabou de entrar na avenida), naquela situação meio boring, sem muito pra fazer, e então comecei a esboçar como seria se as escolas de samba fossem como times de futebol,  tendo cada uma sua camisa estilizada, com suas cores, detalhes impressos, como seus respectivos gritos de guerra, nome da bateria e  et cetera. A idéia me pareceu legal, mas acabou congelada pelo tempo, talvez desmotivado pelo fato de que eu não teria como produzir tais modelos pra vender, e a  chance de ter esse trabalho todo, publicar no meu blog e outra pessoa copiar não valeria a pena.

Eis então que dias antes do carnaval estou eu  passando por uma loja de souvenirs e me deparo com isso:

Dias depois enquanto zapeava pela TV, vejo Neguinho da Beija-Flor aparecendo com uma camisa muito style que lembrava o modelo atual da Argentina, mas… com o escudo da própria Beija-Flor de Nilópolis???? (obs: foto tirada da coluna do Alcelmo Góis, quem conhece sabe da relevância)

Depois disso começo a ver que esse tipo de modelo retrô foi tomando conta  da mídia aos poucos, como vocês podem ver nos links aqui, aqui, aqui e aqui.

Em vez de ficar bolado (e pensar estupidamente que alguém copiou minha idéia), fiquei foi feliz de ver que alguém teve a  atitude de transfrmar em realidade aquilo que anos antes eu tinha sonhado.

Investigando melhor – e vou dizer que nao foi fácil, pois na foto que tirei, mesmo com zoom foi dificil achar o nome – consegui  descobrir quem estava fazendo tais modelos. E qual surpresa foi a minha ao ver que na real a marca que faz camisas de futebol pra escolas de samba é uma banda de Rock! A Rocka Zero:

[inclusive recomendo dar uma conferida lá no site deles]

Mesmo com poucos dias livres no Brasil, fiz questão de conversar mais com o idealizador de tudo isso, o baterista da banda, que me contou que na verdade a idéia surgiu quando ele começou a produzir algumas camisas pra banda, e depois disso acabou lançando camisas retrôs de times de futebol – que acabaram virando um sucesso –  e na seqüência teve a idéia de aliar escolas de samba com esse know-how das camisas retrô que já fazia.

Ele contou que no início foi dificil, que não muitas escolas toparam a empreitada, mas ao ver o impacto de mídia que teve o lançamento da coleção da Porto da Pedra (uma escola pequena, se comparada às mais tradicionais), trataram de considerar a idéia rapidinho. Os modelos? Dá uma conferida abaixo:

A sacada legal que o pessoal da Rocka Zero teve pra fazer as camisas foi fazer uma certa associação das cores de cada escola com o template de  times ou seleções que já usavam tais combinações. Além da Beija-Flor/Argentina já citada, a campeã do carnaval 2012, Unidos da Tijuca , saiu com umvistoso modelo à la Boca Juniors:

A União da Ilha ficou mais parecendo os ultimo modelos do Bahia, coma  vantagem de não aparecer aquele patrocinio nada a ver…

O modelo que destaco do Salgueiro é esse com a faixa, que me lembrou muito o da Tunísia, só que ainda melhor, considerando que o referido modelo é tão apertado no corpo que dificilmente você fica à vontade nele.

Outro modelo que gostei muito foi o da Mocidade, que mesmo sendo simples, essa faixa na manga acabou me lembrando um pouco o estilo dos times da NASL, a antiga liga norteamericana de futebol (aquela mesmo que jogou o Pelé), como o Rowdies.

(à propósito, esse modelo também me fez lembrar o Rica Perrone , que é apaixonado pela Mocidade…)

Além desses modelos, tem muito mais lá no site deles.  Pessoalmente falando,  esses modelos de camisa são muito mais usáveis fora do carnaval que as camisas que tradicionalmente vendem nas escolas de samba. Pode até o carnaval estar bem longe que a elegância desses modelos é pro ano todo!

🙂




Esse blog é dedicado à todo tipo de roupa que tenha algo relacionado à esporte, do Cricket ao Futebol Gaélico. Esporadicamente postarei algo de StreetWear quando interessante.
Carioca, 28 anos, colecionador de sportwear há pelo menos 13 anos e cursando o 2o. ano de Moda da Universidade Cândido Mendes(RJ). Não me limito à colecionar peças de futebol apenas. Já que meu foco é antes de tudo a estética da roupa e a "wearability" (além da história e preço da peça), me intesso por uniformes de Rugby, Polo Eqüestre, Basquete, Volleyball, Hockey, Cricket, Futebol Australiano ,Futebol Gaélico e qualquer outro esporte que inventarem e tiver um uniforme bonito pra se usar por aí...
maio 2017
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