Archive for the 'Especiais' Category

28
nov
12

Especial Viagens (edição 14) – Tallinn (parte 3: no estádio da seleção nacional UPDATE)

Como havia prometido à vocês, voltei ao estádio da seleção nacional da Estonia, o A. Le Coq Arena , para ver o que pintou de novo por lá nos últimos meses. Pra vocês conferirem melhor não só a loja em sia e suas novidades, aproveito pra mostrar algumas coisas que vi ao me aproximar do estádio.

 

Começando por um carro decorado com o escudo do Kalev, provavelmente da comissão técnica do clube. Apenas fiquei pensando o quanto poderia dar de problema no Brasil um carro decorado com o escudo de alguma time bem grande circulando por regioes onde o tal time não é unanimidade…

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Na Europa em geral as torcidas organizadas costumam demarcar território colando stickers em postes ou lugares do tipo. Nos arredores do estádio tinha uns postes que pareciam verdadeiros totens de tantos adesivos. Particularmente até acho legal porque o post não fica tao sem graça e você acaba vendo que torcidas passaram por aquele lugar. Nas fotos abaixo vemos stickers de times da Russia, Irlanda, Hungria e outros…
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Já que muitas vezes as partidas da liga estoniana não enchem estádio, geralmente as partidas do time dono da casa, Flora FC, acabam acontecendo mesmo nesse mini estádio fora do estádio em si. Podemos até dizer que essa sim é a verdadeira casa do Flora.

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Se aproximando do estádio, se vê a lojinha da Sportland lá no cantinho, perto do carro.

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Na vitrine, os novos uniformes da seleção nacional, assim como o primeiro uniforme feito pela Nike, emoldurado.

 

Em mais detalhes, o ponto onde mostram o novo uniforme da seleção

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Dessa vez também cheguei a encontrar o uniforme de treino dele. Nada demais, porém mais discreto e barato.

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Ainda vendia camisas mais antigas da seleção, mas a oferta de tamanho era bem reduzida.

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Além da linha de futebol da Estonia, também estão à venda os uniformes usados pela delegação olímpica nacional nas últimas olimpíadas. A t-shirt eu curto muito por conta da tipografia.

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Uma jaqueta N98 versão mais atualizada…

 

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E uma polo simples, mas  bem classuda.

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A novidade dessa vez ficou por conta das camisas de tmes da Estônia também.  Da última vez não tinha uma oferta assim tão grande , mas dessa vez capricharam mais na variedade.

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A camisa do Nõmme Kalju, atual campeão da liga.

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Modelo away

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Camisa do Levadia, o time dos imigrantes russos, dessa vez também tinha, apesar de ser um modelo bem genérico.

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Camisa do Tallinna Kalev, fabricada pela Jako

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E o modelo do ano passado, do centenário do clube.

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A camisa do Paide também é interessante com esses  raios do padrão Nike, e as cores me fez lembrar do Bonsucesso, hehehe…

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Bom, além das novidades já mostradas acima, outra grande novidade é que agora você pode comprar qualquer uma das camisas que vocês acabaram de ver! Já que estou passando no Brasil em dezembro, se você tiver interesse em alguma dessas camisas, dê uma conferida nesse album do Facebook que eu fiz, e lá você pode saber mais detalhes sobre preço, tamanhos disponíveis e como comprar, certo?

Acesse lá, leia o subtitulo do álbum e me manda um email, para tonibordallo@gmail.com

 

Boas compras!

 

 

 

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19
nov
12

Especial Viagens (edição 13) – Riga (parte 2: agora sim, futebol!)

Uma coisa que não entrava na minha cabeça da primeira vez que fui à capital da Letônia,  Riga, era como eu não tinha encontrado absolutamente NADA relativo à futebol por lá. Não que o time letão seja um primor no esporte bretão, mas entre os países bálticos, a Letôna é a unica que conseguiu a proeza de meramente se classificar para a fase final de uma Eurocopa, a de 2004 em Portugal, o que pelo menos por essas bandas acabou fazendo ela ter mais moral do que qualquer outra seleção.

Após analisar mapas da cidade  acabei descobrindo que o estádio que a seleção joga, o Skonto Stadium, era relativamente perto do hotel onde estava, e por isso fiquei mais próximo de concluir minha missão por0 lá: encontrar vida futebolística na Letônia.

Chegando no complexo do Skonto Stadium, de cara, um grande ginásio do comitê olímpico local.

Já que a cor do país é grená, as dependências do estádio nacional me deram a sensaçãode que estava em plena rua Javari, est[adio do Juventus da Mooca, time elegantemente grená. E a bem da verdade esse parecia  ser apenas um pouquinho maior que o alçapão juventino.

Depois de muito fuçar, entrar por salas vazias como um cão que vê uma porta aberta e entra, consegui encontrar no café do clube uma camisa do time que dá nome ao estádio, o Skonto FC. Cobrindo a camisa, cachecóis da seleção nacional e também um comemorativo à sua participação nas eliminatórias da Champions League 2011-2012, quando enfrentou o Wisla Krakow da Polonia (sim, por essas bandas chega a ser normal lançarem cachecóis comemorativos com o seu time e o opositor impressos…).

Tirando os cachecóis da peça, vemos que a Kappa deu uma boa caprichada no uniforme,  dando uma personalizada bem legal, mas mesmo assim pagar uns 45 euros nessa peça coladinha não estava muito nos meus planos…

Seguindo mais ao norte, depois de 1 a 2 km, eis que chego no moderno complexo esportivo de Riga, onde além do Centro de Esportes Olímpicos  também há a Arena Riga (ginásio de basquete e hockey no gelo) , além de outro estádio antigo de basquete.

Por lá, depois de muito perguntar finalmente  encontrei uma loja que, em comparação com as outras que tinha ido antes, era o verdadeiro paraíso do futebol letão.

De cara, claro, o modelo atual da seleção da Letônia. Com o template moderno da Adidas, mas ainda assim bem similar ao anterior.

 

Sim, também tinha camisas dos times locais, mas ao contrário da Kappa com o  Skonto, a Adidas extrapolou um pouco na padronização do glorioso Ventspils…

… e também não deixou por menos com o popular Metalurgs (o único time que vi gente na rua por lá usando camisa)…

 

Além disso também tinha cachecol a dar com o pau . “Sarauj!”, segundo o Google translator, é  algo como  “Quebrem!”. Vamo quebrar tudo!

Bonés da Letônia…inclusive pra corno, lá embaixo,  e gorro com caspa embutida.

Também bonés e gorros dos times de lá, inclusive do FC Jurmala que eu não achei camisa.

Pra mim a  surpresa interessante dessa visita foi essa camisa alternativa da Letônia da foto:

Na verdade eu tinha visto esse modelo numa loja de souvenir pra turista na cidade antiga,  o que, mesmo com etiqueta oficial da Adidas eu pensei na hora: “Mas que falsiê mais cara de pau!”. Porém na loja oficial acabei também encontrando o mesmo modelo, a um preço bem mais em conta (uns 20 e poucos Euros,  comparado aos quase 50 da oficial), e olhando bem, até  que fica sendo mais  interessante, por ser um modelo com 2 tons de grená, isso sem falar que se trata de um modelo da Adidas sem necessariamente vir com as já tão óbvias 3 listras no ombro.

 

 

[Satisfação ao leitor:  talvez você estivesse esperando hoje um post atualizado da loja do Estádio de Tallinn, como havia comentado no último post. O problema é que recentemente acabei perdendo a câmera com todas as fotos que  tinha tirado por lá dias antes. Assim que eu for de novo por lá e tirar outras fotos o post será publicado. Obrigado!]

15
nov
12

Especial Viagens (edição 12) – Tallinn (parte 2: no estádio da seleção nacional)

Em Tallinn, após conhecer melhor a cidade e suas lojas de artigos esportivos, todos os vendedores me diziam que na loja do estádio tinha muito mais coisa dos times nacionais. Depois de ouvir isso mais de 4 vezes, resolvi ir lá conferir.

O estádio A.Le Coq Arena é o maior do país, e apesar do nome, não  tem NADA a ver com a marca francesa Le Coq Sportiff. A coincidencia se dá pela detentora do naming rights do estádio ser uma das marcas de cerveja líderes do mercado estoniano, a A.Le Coq. Além de ser sede da seleção nacional, o estádio também é casa do time Flora, um dos mais populares e vitoriosos da Estonia.

 

 

Painel na vitrine da loja, destacando o time do Flora, com um template igualzinho ao do Celtic anos atrás.

 

De fato a loja do estádio, da rede Sportland, é a melhor do país, com direito a  algumas camisas emolduradas e outras relíquias em  exposição, e mesmo artigos usados pela  grande  estrela do futebol no país, Joel Lindpere, que joga no New York Red Bulls.

 

 

Mesmo com tanta coisa assim os únicos uniformes que  achei de times locais foram do Flora, claro, e do Tallinna Kalev, mas mesmo assim nem uniforme reserva tinha por la…

O do Flora, com se vê, é apenas um template genérico com o escudo do clube.

O do Kalev, mais  caprichado, é o modelo comemorativo de 100 anos do clube, e até o escudo teve um trato melhor pra comemorar a data.

Da seleção nacional, eles tinham, naturalmente uma seção só com esses produtos,e  tinha coisa interessante por lá.

Esse agasalho, estilo os as trackjackets em V da Nike, mas generico.

Uma camisa promovendo o jogo que ia decidir a classificação deles pra Euro 2012, no simbolico dia 11.11.11 . Pessoalmente eu acho que essa camisas tem muito mais graça pra gente, pelo exotismo de se ter uma camisa escrito em estoniano, hehe…

Como não podia deixar de ter,  vários cachecóis  e de vários times locais, mostrando mais uma vez que por aqui o publico se interessa mais em ter o cachecol do clube do que a camisa mesmo…

Mesmo assim eles tinham até camisa retrô da seleção da Estonia, e feita pela Nike mesmo!

Sim, acredite, antes da União Soviética eles foram país independente por 20 anos e nessa época tinham sim seleção nacional e participaram inclusive das Olimpíadas de Paris, torneio que equivalia à Copa do Mundo na época.

 

Mas melhor que a versão da Nike eu achei mesmo uma polo genérica que fizeram por lá.

Sim , além dessas também tinham camisas de times europeus em geral, inclusive times russos, como o Spartak Moskva, pra suprir a demanda imigrante local.

Esse passeio foi feito na loja em janeiro desse ano. A nova temporada chegou, assim como novos artigos e  por isso o próximo post será um update desse, de uma visita que fiz lá essa semana. Aguardem!

 

 

 

24
out
12

Especial Viagens (edição 10) – Londres. Nada mais a declarar

No último verão, faltando 3 semanas pra abertura dos Jogos Olímpicos, dei um pulo na capital britânica pra sentir essa atmosfera olímpica no ar. Digo pra vocês que quem vai a Londres não volta de lá a mesma pessoa: é tanta coisa pra ver e viver, e tão pouco tempo, que  mesmo se eu descrevesse tudo com fotos não seria suficiente.  Assim como  no post de Paris, um post é muito pouco pra mostrar o que achei de sportswear por lá, e por isso que também vou fazer esse post apenas com breves introduções pra  servir como um roteiro básico se um dia você for pra lá e também quiser ver o que a cidade tem a oferecer…

Começando com a tradicional – e gigantesca, e glamurosa – loja de departamento Harrods. Não dá pra descrever, tem que ir lá pra ver. Por lá eu destaco o fato de que eles tem uma sessão de Sportswear bem grandinha, com 2 ambientes e , apesar de ser Harrods, pra camisa de futebol o preço tava bem bonzinho, principalmente se levarmos em conta as camisas da temporada que tinha acabado de terminar, que saíam por módicos 19.95 Libras.

 

E sim, o clima de Olimpíadas imperava.

Um lugar que considero um verdadeiro must pra colecionador é qualquer filial da Sport Direct. Na boa, parece que eles tratam material esportivo como commodity. É um bunker gigantesco, cheio de artigos esportivo entulhados, mas o preço é SUPER baixo em comparação com os outros. Vale dizer que os provadores tem cheiro de vestiário – com direito a nhaca e tudo – mas pelo preço que você vai pagar até que vale a pena passar uns 4 minutos de sufoco lá dentro…

John Lewis era a loja parceira dos Jogos Olimpicos, e por isso eles tavam com uma sessão gigantesca de produtos licenciados das Olimpiadas, com direito a muito material esportivo, mas não fugia mito do tema Olimpíadas.

No Estádio de Wembley (que pra mim visitá-lo foi um dos pontos altos da viagem. Recomendo a todos), vale muito a pena mesmo dar uma entrada na Loja do Estádio e ver como que eles exploram bem o tema The English Team, com  uma infinidade de souvenirs, camisas da seleção de  inúmeras cores, de todas as épocas e com direito a modelos retrôs também de vários times do país.

 

 

…Mas ser a loja do Wembley Stadium vale a pena visitar, obrigatório mesmo é, na volta pro metrô (ou quando você estiver saindo do metro em direção ao estádio, por que não?) dar uma passadinha no estacionamento que tem logo ao lado do caminho, e entrar no galpão da JD Sports. Aquilo lá é de deixar qualquer colecionador maluco! MUITA promoção. Camisas a preços que você só vai achar por lá mesmo, coisa pra acabar o estoque mesmo. O patrão ficou maluco.

 

Passeando pela área central da Piccadilly Circus, o legal também é pintar na Nike Town. Vários andares,  arquitetura imponente, luxo… porém é só pra olhar mesmo. Os artigos são exatamente os mesmos de qualquer Nike  Store de qualquer lugar do mundo, e a preços igualmente proibitivos se comparados à outras lojas.

 

Pra terminar esse post, uma banquinha de souvenirs em Covent Garden com camisas e agasalhos de futebol piratas. Com tanta camisa a preço baixo eu até achei engraçado ter espaço pra piratonas. Porém se o visitante comumm pode pagar 10 pounds em vez de 19 por uma camisa de lembrança apenas, por que não, né?  E além disso tem os  cachecóis, que por essas bandas  se acha com muito mais facilidade que  camisas de futebol.

Bem, de uma forma super resumida, Londres é  isso!

🙂

22
out
12

Especial Viagens (edição 9) – Estocolmo, a capital do futebol escandinavo

Após voltar do Brasil a temperatura voltou a subir por essas bandas e finalmente chegou a alta estação, o que pra quem passa invernos com neve é sinônimo de  temporada de viagens, enquanto o clima ajuda. A vantagem de morar por aqui é que países considerados exóticos para os brasileiros por serem distantes (Russia, Letonia, Finlandia, Lituania e Suécia), estão há poucas horas de viagem daqui. Aproveitando essa oportunidade, peguei um cruzeiro baratinho (sim, daqui dá pra pegar um a partir de 35 Euros) e rumei em direção a Estocolmo, capital do Reino da Suécia.

De cara, na rua vejo um sticker (por aqui pela Europa essa coisa de colar  adesivos em postes e locais públicos é uma verdadeira mania) mostrando quem é que manda por aquelas bandas.

Se não entendeu bem, esse é o escudo do Djurgårdens (lê-se “Diurgôrdens”), um dos times grandes da capital sueca.

Andando pela Drottninggatan, uma rua para pedestres cheia de comércio popular no centro de STHLM, se acha muita loja de souvenirs, mas se quiser algo esportivo, só de hockey mesmo, o que não deixou de ser um ótimo “Welcome to Sweden, Antonio!”.

 

Pra conseguir achar algo mais específico de futebol, tive que ir perguntando pras pessoas nas  lojas, até que me disseram que tinha uma Intersport na Sergelgatan, outra rua de pedestres perto da Sergel Square.  Custou, mas consegui achar!

Por lá, a primeira imagem de impacto foi essa.

Sim, finalmente cheguei numa loja sueca de artigos esportivos!

Para minha surpresa, o primeiro time de futebol local que apareceu na minha frente foi o Hammarby, do subúrbio de Estocolmo. A camisa do time não tem assim nada demais, mas até que os outros artigos me pareceram legais.

 

 

Depois , naturalmente, apareceram as camisas do Djurgårdens, e o AIK

 

Inclusive seus respectivos cachecóis, um item que por essas bandas creio vender mais do que a própria camisas em si.

Já que o hockey por lá  é outra paixão, também era natural achar camisa da seleção sueca de hockey, mas era bem carinho, uns 80 e poucos euros …

Além disso, tbm tinha uma daquelas camisas que a gente  usaria exatamente por nao entender praticamente NADA do que tá escrito.

🙂

 

Mas pra mim o artigo mais  interessante que achei por lá foi numa loja simples de souvenirs. Era uma camiseta amarela, sem nada além quem um escudo da seleção sueca em sua forma mais simples, estampado em silk,  que daria um ótimo modelo retrô, sem maiores pretensões, e por modestos 6 Euros.

Uma pena mesmo que só tinha tamanho infantil…

 

12
out
12

Homenagem ao Nõmme Kalju, campeão estoniano de 2012

O ano de 2012 ainda não acabou, o campeonato brasileiro está fervendo nessas últimas rodadas, mas aqui na Estonia já existe um grande campeão esse ano: o Nõmme Kalju, que venceu o Kuresaare FC e conquistou sua primeira Meistriliiga da história com 3 rodadas de antecipação!

A vitória de toda equipe vem com muito mérito, porque o ótimo trabalho dentro de campo é efeito de muito esforço e dedicação fora dele também. O  Kalju (lê-se “Cáliu”), fundado em 1923 e “ressuscitado” em 1997 ,  está há só 5 temporadas na 1a divisão do futebol estoniano e atualmente é o time que atualmente mais investe no marketing aqui na Estônia, e isso vem refletindo mais e mais na popularidade do clube. Constantemente eles promovem  festivais, no caso de partidas em casa no fim de semana do verão, com apresentação de grupos musicais e sorteios de brindes. Nas redes sociais também há uma participação em massa, com direito à “lista amiga” pra quem quiser ir ao jogo e pagar menos.  Mesmo assim a ação mais legal e  criativa pra mim é a com o o instituto Help.ee, de apoio às crianças carentes : além de estampá-los como patrocinador master, parte do dinheiro arrecadado com a venda dos uniformes do time vai diretamente pra essa instituição. Uma iniciativa que teve um efeito muito positivo e poderia sim ser copiado por outros times mundo afora.

Além de tudo isso que já falei, ainda tem outro fatores pro Kalju ganhar a simpatia de muita gente: ele é o time com maior diversidade de todo o campeonato, constando em seu plantel jogadores vindos de Portugal ( o simpático Jorge Rodrigues), Japão, Gambia, Espanha, Polônia, Itália,  estonianos de origem russa , e principalmente seu técnico, o brasileiro Getulio Fredo que é uma verdadeira lenda nesse eixo Estonia-Finlandia, tendo treinado com sucesso vários times nos dois países e inclusive sendo o primeiro técnico da seleção estoniana de Beach Soccer, ou seja, a moral desse técnico por aqui é altíssima, e o campeonato conquistado só vem a confirmar tudo isso.

Um motivo que eu fez eu gostar ainda mais do Kalju é que, ao chegar aqui ano passado eu fui pesquisar quais eram os times principais por essas bandas. E qual foi a minha surpresa ao ver que os dois times mais populares da Estonia, Flora e Levadia, tinham como cor predominante o verde? Como corintiano eu posso ter apenas uma leve simpatia por esses times, afinal não ia estar assim tão à vontade torcendo pelas cores do rival Palmeiras, mas eis que surgiu o Kalju com seu uniforme preto e  branco como o do meu Corinthians e ficou tudo legal…

🙂

Quanto ao uniforme, uma coisa interessante que o time de Nõmme (distrito mais ao sul da capital Tallinn) possui é que apesar do uniforme preto e  branco, a numeração do uniforme sempre é rosa, fazendo um contraste bem interessante. Por conta desse rosa também que a torcida adotou como mascote a pantera cor-de-rosa, mas nao necessariamente é uma Pink Panther boazinha, confiram as fotos…

 

Parabens! Ou se preferir, PALJU ÕNNE!




Esse blog é dedicado à todo tipo de roupa que tenha algo relacionado à esporte, do Cricket ao Futebol Gaélico. Esporadicamente postarei algo de StreetWear quando interessante.
Carioca, 28 anos, colecionador de sportwear há pelo menos 13 anos e cursando o 2o. ano de Moda da Universidade Cândido Mendes(RJ). Não me limito à colecionar peças de futebol apenas. Já que meu foco é antes de tudo a estética da roupa e a "wearability" (além da história e preço da peça), me intesso por uniformes de Rugby, Polo Eqüestre, Basquete, Volleyball, Hockey, Cricket, Futebol Australiano ,Futebol Gaélico e qualquer outro esporte que inventarem e tiver um uniforme bonito pra se usar por aí...
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